Será que está na hora do reforço escolar?

04 Dec, 2019

O ano está quase no fim e para muitos trata-se de um momento de muita apreensão, devido aos exames que ainda faltam para a conclusão do ano letivo. Mas é comum que diversas mães e pais, que acompanham o boletim de notas dos filhos e participam ativamente das atividades escolares, ainda não saibam se este é o momento certo para recorrer a um professor de reforço escolar.

blogpost.png

Talvez, uma boa saída seja dialogar constantemente com o professor, já que ninguém melhor do que o próprio mestre para indicar se existe ou não a necessidade de iniciar aulas extras. Mas é bom que mães e pais fiquem atentos a alguns sinais importantes que o filho pode estar deixando escapar, para saberem se ele está precisando daquela ajuda extra. São eles:

  • Notas ruins;
  • Baixa absorção de conteúdo em sala de aula;
  • Aversão a alguma matéria;
  • Tristeza constante quando vai estudar;
  • Tarefas sem resolução.

Caso um deles esteja acontecendo (ou alguns), pode ser que a necessidade do reforço tenha chegado. Porém, nada de pânico. Há alguns anos, essa forma de aprendizado ainda era vista como algo vergonhoso, como se o estudante não tivesse capacidade de aprender tal matéria. Isso mudou, pois hoje o aluno que passa pelo reforço é visto como alguém mais esforçado e que sempre busca alcançar seus objetivos.

Por meio dessa ajuda extracurricular, o estudante tem acesso a mais horas voltadas exclusivamente para aqueles assuntos que lhe geram dificuldades. Dessa forma, são vários os benefícios que a prática oferece, dentre eles: ajudar o aluno a conhecer sua forma de aprendizagem, monitorar quais assuntos precisam ser estudados novamente e melhorar a autoestima.

Portanto, se acredita que chegou o momento de buscar a ajuda de outro profissional, contrate o serviço o quanto antes, por exemplo, por meio do app da Shapp, que conta com mais de mil mestres distribuídos em 320 cidades do país, capacitados para ensinar 90 disciplinas diferentes.

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro!


Comentar