4 modelos de educação para conhecer

12 Mar, 2020

Professores com aulas demonstrativas, alunos enfileirados e provas para avaliar o desempenho. Em pleno século XXI, esse cenário vai ficando ultrapassado, apesar de ser o mais tradicional e difundido. As constantes mudanças tecnológicas, metodologias ativas de ensino e o perfil das novas gerações de estudantes fazem com que novos modelos de educação ganhem força pelo mundo e, cada vez mais, conquistam espaço no Brasil.

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Essas novas propostas chegam de países como Estados Unidos, Portugal e Rússia, e embora alguns estranhem em um primeiro contato, seguem comprovadamente melhorando resultados e rendimentos de estudantes. Veja abaixo 4 delas:

Currículo flexível

Busca respeitar o interesse próprio de cada estudante para potencializar a aprendizagem mantendo a motivação. Parte do currículo é feito de acordo com disciplinas eletivas que a escola oferece. Assim, o aluno possui diversas opções de matérias, além da grade comum a todos, e pode escolher as que têm maior interesse em estudar. Dessa forma, passa a ter autonomia para montar seu próprio ano letivo, além de maior motivação para aprender, uma vez que pode elencar temas de maior interesse pessoal para aprofundamento.

Educação Democrática

A primeira escola democrática surgiu em 1852, na Rússia, mas o movimento só começou a ganhar força nos Estados Unidos, a partir de 1960. A sua principal característica está relacionada ao poder de decisão dos alunos em relação ao próprio futuro dentro da instituição de ensino. Ou seja, todos os alunos participam das decisões, assim como os demais profissionais que atuam nela. Acredita-se que assim, o aluno desenvolve um senso crítico que vai além do que é proposto em sala de aula.

Escola da Ponte

Originária da cidade do Porto, em Portugal, tem como objetivo estabelecer uma escola sem salas de aula tradicionais, com disciplinas diversas e onde os estudantes escolhem em quais conteúdos precisam se aprofundar. Os professores atuam como “orientadores educativos” e acompanham os alunos de modo individual e diferenciado, tendo em conta as necessidades e especificidades de cada um. Ao invés de um único professor, os estudantes acessam todos os orientadores educativos, que os acompanham tanto nas questões de aprendizagem acadêmicas quanto comportamentais.

School In The Cloud

Criada a partir de um experimento do indiano Sugata Mitra, professor que começava a duvidar da eficiência do modelo de ensino vigente. Utiliza um professor apenas como monitor das crianças – que se dispõe em grupos –, instigando-as com perguntas interessantes, deixando-as com autonomia para buscar as respostas usando computadores dispostos em sala de aula. Nesse modelo, os professores não precisam estar presentes em sala de aula, pois podem aparecer de forma esporádica utilizando um software de comunicação. Deixando assim, toda a escola “na nuvem”.

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